por Clara Novais

A nossa solidão e as nossas loucuras só a gente conhece bem. Mas, a verdade é que, apesar de não parecer, todos nós temos sentimentos parecidos. Esses desenhos da cartunista mexicana, Ani Castillo, são a prova disso.

Ao se mudar para o Canadá, ela passou por algumas dificuldades de adaptação em relação à língua e a estar longe de sua família, relata o Bored Panda. Esses desenhos, os quais nomeou de Imaginary Friends (Amigos Imaginários, em português), surgiram inspirados por essa fase de sua vida, em que passava mais tempo conversando com sua voz imaginária do que com pessoas na rua.

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Hoje, dez anos depois, ela está melhor adaptada ao novo país, mas continua compreendendo as aflições internas de muitas pessoas.  Sendo assim, traduzimos alguns de seus desenhos para mostrar que ninguém está sozinho quando o assunto são sentimentos e aflições.

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– Quanto de afeto você acha que você vai precisar?
– Tanto quanto seja humanamente possível.


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“Obrigada, Deus, por minha imaginação super romântica”


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– Com licença, você quer sair com humanos?
– Não muito, para ser sincero.


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DOENÇA DO AMOR
“Você me preencheu por dentro com a mais deliciosa graça.”


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“Eu quero ser feliz como todas essas pessoas da internet”


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“Papai, se eu sou bonita, vou ser amada com certeza?”


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– Não fique preso a ela filho. É muito cedo.
– Não se preocupe, pai. Eu não faria algo tão estúpido.


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Está se sentindo triste por estar envelhecendo?
Lembre-se que uma geração inteira está junto com você.


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“Não se preocupe, meu amor, nós todos estamos ferrados de um jeito ou de outro.”


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NÓS VAMOS ACHAR UM JEITO